Bendito é o homem que confia em Deus (Jr. 17)! Força minha, Fortaleza minha e refúgio na angústia é o Senhor. O Senhor é a minha glória! Por causa dEle é que tenho esse brilho nos olhos, coisa sobrenatural, como explicar essa vida! Não há explicação natural. Se não fosse o Senhor Jesus Cristo, o Rei da glória, não haveria força em mim, não haveria nem fôlego, não haveria um espírito graciosamente criado por Ele em mim, esse espírito que se chama André. Todo ser humano possui esta glória inexplicável! Deveríamos nos assustar toda vez que víssemos alguém abrindo os olhos, pois daqueles olhos se revela a glória do Deus altíssimo criador! Daí o amor que devemos a todos! Por isso devemos ganhar para Cristo as almas perdidas por causa do pecado e da justiça santa de Deus, propiciada pelo Filho do Seu amor, Jesus Homem.
Porque Deus, que disse: Das trevas brilhará a luz, é quem brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo. Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não da nossa parte (II Coríntios 4.6-7).
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Bendito é o homem que confia em Deus!
Bendito é o homem que confia em Deus (Jr. 17)! Força minha, Fortaleza minha e refúgio na angústia é o Senhor. O Senhor é a minha glória! Por causa dEle é que tenho esse brilho nos olhos, coisa sobrenatural, como explicar essa vida! Não há explicação natural. Se não fosse o Senhor Jesus Cristo, o Rei da glória, não haveria força em mim, não haveria nem fôlego, não haveria um espírito graciosamente criado por Ele em mim, esse espírito que se chama André. Todo ser humano possui esta glória inexplicável! Deveríamos nos assustar toda vez que víssemos alguém abrindo os olhos, pois daqueles olhos se revela a glória do Deus altíssimo criador! Daí o amor que devemos a todos! Por isso devemos ganhar para Cristo as almas perdidas por causa do pecado e da justiça santa de Deus, propiciada pelo Filho do Seu amor, Jesus Homem.
sábado, 27 de outubro de 2012
O homem feliz
Por que o homem só consegue ser feliz quando tem
uma só mulher? Com muitas mulheres ou até com duas, dificilmente ele teria condições
de trocar amor, trocar verdade, trocar bondade, trocar carinho, de dar todo o
seu ser. Somos seres pessoais. Quando dividimos o amor conjugal com mais de uma
pessoa, torna-se impossível permanecer um ser pessoal, pois a maior característica
da pessoalidade é exatamente o fato de podermos trocar amor. É por isso que
aquele que tem várias mulheres se parece muito com os animais, pois perdeu a
noção do amor e assim, consequentemente, perdeu sua pessoalidade, perdeu, em
última instância, seu espírito pessoal, só lhe restando o caos, e por fim a desintegração, a morte. O prazer
sexual daquele que tem muitas mulheres pode até ser intenso, mas a sua alma já
não mais existe, deixou de ser pessoal, virou um animal. Até nisso a palavra de Deus se mostra verdadeira quando nos ensina que o homem deve ser uma só carne com seu verdadeiro amor. A palavra de Deus não pode ser natural. Natural é tudo aquilo que o mundo pratica. A palavra do Deus Altíssimo é uma revelação sobrenatural que nos ensina como podemos chegar a fonte da vida: a Cristo Jesus.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Tenho orgulho de ser amazonense
Acompanhei pela televisão uma programação que tratava de um
projeto do Google Earth numa nação indígena aqui do Amazonas chamada Suruí. Os
técnicos da Google treinaram os homens da tribo para utilizarem a tecnologia
android da Google e capturarem imagem de madeireiras ilegais no meio da selva
para então enviarem à central da Google e estes, por meio do GPS dos aparelhos,
pudessem mandar ás autoridades brasileiras as coordenadas geográficas (o local
exato) do crime, para que estas autoridades pudessem prover as sanções
necessárias a essas madeireiras.
A
princípio, os executivos da empresa não confiavam que os indígenas pudessem
manipular essa tecnologia. Isso foi o que mais me tocou. O que faz alguém
pensar que homens indígenas não sejam capazes de manipular tecnologias novas?
Talvez uma concepção errônea deste alguém de que existe uma hierarquia
evolutiva entre os homens – os mais evoluídos no topo da pirâmide e os menos
evoluídos na base. Mas um fato, a meu ver, mudou qualquer impressão errônea a
respeito deste pensamento tão pregado no âmbito científico. O fato foi este: os
índios conseguiram manusear a tecnologia com perfeição. Isto demonstra uma
coisa: o que falta é a educação para esta tecnologia. A educação é nada mais que
a transferência de valores e de conhecimento através do relacionamento. Todos - desde os aborígenes da Austrália até os
índios da Amazônia – se tiverem algum contato educativo com a sociedade tecnológica
ocidental, poderão manuseá-las com perfeição. Estes certamente não estão numa
hierarquia evolutiva, situados entre o “macaco de Darwin” e o homem europeu. Só
lhes falta é o contato e o relacionamento com outras civilizações.
Enfim, aonde
eu quero chegar é aqui: a palavra de Deus é glorificada nos fatos. O homem se
desenvolve através dos relacionamentos pessoais, na transferência de valores,
assim como o próprio Criador é pessoal, pois se relaciona intimamente em amor com
seu Filho e seu Espírito. Muitos perguntam o porquê civilizações foram
escravizadas, principalmente a africana. São inferiores? Os africanos não são
em hipótese algumas inferiores aos europeus. Apenas não tiveram o contato e
relacionamento que os europeus tiveram com a cultura grega, judaica, romana
etc. E a questão da pele escura tão discriminada pelos ignorantes? A
localização geográfica dessas comunidades é a explicação. A pigmentação escura
da pele os protegia da insolação. Isto é evolução? No sentido da macro evolução
não. Macro evolução é esta pregada por Darwin, por Hegel, por Maomé e por Buda,
seja qual for, tanto a biológica quanto a espiritual (mas este é outro assunto),
de que o neandertal pôde por seus
próprios esforços se transformar em um homem divino (é o que somos!). Mas
podemos pensar numa micro evolução e não deixaria de ser bíblica. O que é a
micro evolução? É esta que podemos ver com nossos próprios olhos: a mudança de
pigmentação da pele, o envelhecimento, as doenças, o câncer (mutação genética),
etc. Esta é a evolução de fato que ocorre conosco. A comunidade científica do design inteligente provou através de
pesquisas com o DNA mitocondrial que toda a humanidade provém de uma só mulher.
E a questão do teste do carbono 14 que provê a datação de ossadas antigas? Este
teste é inválido. Ele apenas pode calcular o quanto de carbono 14 desaparece de
um corpo em deterioração, mas não pode calcular o quanto de carbono 14 possuía
aquele corpo quando a pessoa faleceu. E quanto aos crânios encontrados dos
homens-macacos? Não passam de fraude. E os bicos dos Tentilhões de Darwin, é
micro evolução. E as pesquisas genéticas em drosófilas? Os cientistas não
conseguiram induzir nenhuma evolução, apenas disfunções orgânicas: pernas no
lugar das asas! Sem falar das mariposas adulteradas que estão descritas em
vários livros didáticos hoje ainda. Foram montagens. E a fraude mais famosa: os
embriões de Haeckel. De fato, Haeckel falsificou o desenho dos embriões de
vários animais para serem parecidos ao embrião humano (Verdade Absoluta, Nancy
Pearcey, p. 177 a 185). E a questão da paleontologia? Leia isto:
O que tornou a conferencia tal
divisor de águas foi que os paleontólogos contaram de forma corajosa aos
biólogos o que eles menos queriam ouvir – que o registro fóssil não apoia e
nunca apoiará o enredo darwinista de um progresso contínuo e regular de formas
de vida escrupulosamente classificadas do simples ao complexo. Pelo contrário,
as pedras mostram um padrão difuso de lacunas – novas formas de vida surgem de repente, sem formas transitivas se
conduzindo a elas, seguidas por períodos longos de estabilidade durante os
quais mostram pouca ou absolutamente nenhuma mudança. O falecido Stephen Jay
Gould, de Harvard, chamou isso de “o segredo comercial da paleontologia”,
revelando, talvez sem perceber, como é tremenda a pressão entre os colegas
cientistas. (por que perceberam que tinham a necessidade de guardar segredo?) (Pearcey,
p. 186).
Por que
devo crer na literalidade da narrativa da criação no livro de gêneses?
1.
Porque não posso admitir a existência de um Deus
onipotente que não possa criar o cosmos em 6 dias;
2.
Porque Jesus Cristo disse que as escrituras não podem
errar (Joao 10.35);
3.
Porque Jesus Cristo não revogou a interpretação judaica
da poesia descrita em gêneses, e ainda, afirmou que a salvação vem dos judeus
(Joao 4.22), endossando assim a interpretação judaica do livro dos inícios.
4.
Por que o livro de gêneses é uma revelação –
como explicar um Deus que fala na 1º pessoa do plural (“Façamos o homem”)?
O homem não poderia por si mesmo conceber esta verdade.
5.
Por que Jesus disse em Marcos 10.6, “mas desde o
princípio da criação, Deus os fez homem e mulher”.
Muitas pessoas acreditam que
devem abrir mão da interpretação judaica do livro de gêneses e admitir parcelas
da narrativa evolutiva de Darwin por causa do prejuízo que os jovens crentes têm
sofrido ao iniciarem seus cursos em faculdades. O problema é que abrir mão do
mérito da interpretação judaica (endossada por Jesus) por causa de uma coisa
mais prática não parece ser o melhor caminho. Isto se chama pragmatismo, isto é, o esquecimento do mérito, da essência, do valor das coisas em detrimento da
prática ou da utilidade imediata. Em médio prazo os jovens podem até se sentir
muito bem ao poderem conciliar sua fé com as teorias naturalistas de Darwin, podem
se sentir intelectuais, sábios, e bem inclusos no grupo acadêmico, mas em longo
prazo pode haver um desastre – uma crescente relativização das verdades
sobrenaturais bíblicas, pois se existe um Deus onipotente que não pode criar o homem do nada, este
mesmo Deus também não poderia salvar este homem do pecado, não poderia
regenerá-lo, não poderia mais nada, Deus ficaria assim “desempregado e inútil”,
seria a “morte de Deus”, como pregou Nietzsche, um dos grandes pensadores da evolução
existencial (uma fusão entre Darwin e Buda). O motivo prático pode ser até
genuíno em querer que os jovens não percam sua fé em suas faculdades, mas o
melhor caminho não é abrir mão da narrativa bíblica, mesmo que seja uma
narrativa poética. Os antigos também cantavam verdades em forma de poesia,
do mesmo jeito que fazemos hoje, eles não eram inferiores artisticamente em relação
a nós, os “pós-modernos”, a alma não evolui, sua natureza permanece a mesma, somos
tão pecadores quanto eram os antigos. E mais, a história da arte demonstra o ilustre
senso poético dos antigos, e a arte é a expressão pura da alma. Com muito
treino e técnica aprendida através do relacionamento entre os artistas,
qualquer um, tanto o “pré-histórico” quanto o pós-moderno podem produzir belas
artes.
Enfim, os jovens, na verdade,
precisam ser muito bem treinados em cosmovisão. Como assim? Eles precisam perceber
que as narrativas naturalistas não passam também de fé infundada, não passam de
uma cosmovisão naturalista que não inclui verdades como o amor, a justiça, a
paz, o poder, a eternidade, a pureza, a alegria, a inteligência impressa na criação.
De onde vêm estas coisas? Os naturalistas não podem explicar. Eles não contam
toda a história. Apenas parte dela. A parte que se pode ver. Falando nisso, sei
que a única cosmovisão que pode dar base para a verdadeira ciência (da coisa
real e objetiva) é a cristã, pois é a única que afirma a realidade das coisas e
que estas podem sim ser manipuladas e estudadas, pois são reais e verdadeiras. Nenhuma
outra cultura afirma isto. Não por menos que a ciência se desenvolveu na Europa
cristã.
Jesus revogou muitas interpretações
errôneas que os judeus faziam das escrituras, mas uma ele não revogou, a da
narrativa da criação, e mais, ele afirmou que as escrituras não podem errar,
elas são infalíveis.
Os índios não são seres
inferiores aos europeus, apenas não tiveram as mesmas oportunidades culturais
que os europeus tiveram ao longo da história. Por outro lado, essas
oportunidades de contatos culturais levaram os ocidentais, e agora também os
orientais, a fazerem o que estão fazendo – destruindo a criação.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
O Verdadeiro Tesouro
O verdadeiro tesouro do homem é
Cristo Jesus, o Seu caráter, o fruto do Seu Espírito. O tesouro falsificado do
homem são as aparências e o orgulho que elas invocam. É por isso que devemos
sempre desconfiar desta igreja que se orgulha de ser portadora dos dons de milagres,
de curas, de prosperidade, cheia de profetas os quais sempre predizem o futuro
das pessoas.
Na verdade,
o mundo exaltou tanto a aparência que parece ter se deslocado inteiramente para
dentro de uma tela de computador ou da televisão. Não quero dizer com isso que
o mundo virtual é uma “besta apocalíptica”, até porque eu mesmo o utilizo
bastante. Mas quero dizer que é sintomático o fato de termos agora uma vida
virtual, pois as boas aparências são sempre atraentes. Por que me pego passando
mais tempo na frente de um computador do que orando? Porque as aparências chamam
atenção mais rapidamente que a essência da vida – que não aparece, mas é eterno
e real - O Espírito de Cristo Jesus. Mas o mundo das aparências, a hipocrisia,
está devastando a igreja, por isso ela está doente, pois tem se preocupado mais
com o aparente “poder espiritual” da prosperidade material do que com o fruto
real do Espírito (Gl. 5.22-26). O que vemos hoje nas igrejas parece mais com os
rituais das religiões de mistério (panteísmo), originadas todas em Babel
(Babilônia) do que com o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo, o brilho
da luz resplandecente da glória de Deus.
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