O verdadeiro tesouro do homem é
Cristo Jesus, o Seu caráter, o fruto do Seu Espírito. O tesouro falsificado do
homem são as aparências e o orgulho que elas invocam. É por isso que devemos
sempre desconfiar desta igreja que se orgulha de ser portadora dos dons de milagres,
de curas, de prosperidade, cheia de profetas os quais sempre predizem o futuro
das pessoas.
Na verdade,
o mundo exaltou tanto a aparência que parece ter se deslocado inteiramente para
dentro de uma tela de computador ou da televisão. Não quero dizer com isso que
o mundo virtual é uma “besta apocalíptica”, até porque eu mesmo o utilizo
bastante. Mas quero dizer que é sintomático o fato de termos agora uma vida
virtual, pois as boas aparências são sempre atraentes. Por que me pego passando
mais tempo na frente de um computador do que orando? Porque as aparências chamam
atenção mais rapidamente que a essência da vida – que não aparece, mas é eterno
e real - O Espírito de Cristo Jesus. Mas o mundo das aparências, a hipocrisia,
está devastando a igreja, por isso ela está doente, pois tem se preocupado mais
com o aparente “poder espiritual” da prosperidade material do que com o fruto
real do Espírito (Gl. 5.22-26). O que vemos hoje nas igrejas parece mais com os
rituais das religiões de mistério (panteísmo), originadas todas em Babel
(Babilônia) do que com o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo, o brilho
da luz resplandecente da glória de Deus.
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