A música cristã vive atualmente as consequências das duas guerras mundiais e da guerra fria do século vinte. Não fora essas guerras, o subjetivismo não teria entrado em cena como modo de escape para as angustias da sociedade. O existencialismo ateu não existiria, a arte moderna surrealista também não, igualmente as épicas revoluções contra culturais das décadas de 50 e 60, o rock também, ou seja, toda a música simplesmente subjetiva que se tem hoje não existiria.
De certa forma, a igreja herdou dos Beatles, o maior símbolo de tudo acima descrito, o modo de cantar, tocar e ministrar, ou seja, o subjetivismo. Mas como se trata de canções espirituais, a igreja tem se auto expressado em santidade. A questão é que a música como obra de arte, como bela arte, ficou para trás. Não se ouve mais musica coral, orquestras, obras de louvor e adoração como antigamente. Apenas se ouve daquilo que Deus pode fazer para a subjetividade prosperar. O lado mais importante ficou para trás – aquilo que a subjetividade pode fazer para adorar o Criador e Senhor.
O ministério de louvor que conseguir unir os dois motivos fará muito bem. Na verdade, o principal motivo da música é propriamente a adoração a Deus. Se as canções subjetivistas (intimistas, introspectivas) se direcionarem mais a adoração e menos as necessidades subjetivistas, a igreja encontrará bom termo.
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