sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A Batalha pela Verdade

                As três guerras mundiais do século vinte conseguiram fazer o que Hegel esperava: a síntese evolutiva do conhecimento. O racionalismo moderno fundamentalista que gerou essas guerras sofreu a síntese hegeliana e se transformou num irracionalismo evolutivo, criando essa realidade que temos hoje: o pós-modernismo, ou melhor, a volta do velho panteísmo.
                Por isso a negação das proposições lógicas (se..., então...!), a negação de qualquer verdade absoluta, a negação da Palavra de Deus como inspirada e infalível. Chegará o momento em que apenas a igreja pregará a verdade e ninguém mais. Por enquanto, mesmo alguns que não são de Deus ainda aceitam a graça comum do Espírito Santo e por isso ainda aceitam algumas verdades, mas logo não restará ninguém a aceitar tais verdades. Por isso diz Paulo que a igreja é a coluna e o baluarte (fortaleza) da verdade (1 Tm 3.15). Tão somente a igreja defenderá a verdade, mas a igreja invisível, pois no seio da igreja visível habitam os lobos com cara de cordeirinhos, apóstatas pós-modernistas que trabalham para detonar o corpo invisível de Cristo – as almas que creem na Palavra das Escrituras.
Mas a igreja não precisa se entristecer nessa batalha. Isto é apenas uma conjuntura histórica. Talvez seja a última, mas não passa de uma conjuntura, ou seja, de um sopro. Não se trata de nada novo. Esse pós-modernismo mágico já foi vivido na época do helenismo (no tempo de Jesus), na época de Sodoma e Gomorra, na época de Noé. A Palavra do Senhor sempre prevaleceu. As marcas de águas, desenhadas de alto a baixo nas rochas das montanhas, que podem ser vistas no mundo todo testemunham o que Deus fez no tempo de Noé, além disso, temos os testemunhos da Bíblia e de centenas de Nações nativas que falam do mesmo dilúvio, é apenas para dar um exemplo. O nossa missão é batalhar pela verdade.
II CORÍNTIOS 04:
1 Pelo que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não desfalecemos;
2 pelo contrário, rejeitamos as coisas ocultas, que são vergonhosas, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; mas, pela manifestação da verdade, nós nos recomendamos à consciência de todos os homens diante de Deus.
3 Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, é naqueles que se perdem que está encoberto,
4 nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.
5 Pois não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor; e a nós mesmos como vossos servos por amor de Jesus.
6 Porque Deus, que disse: Das trevas brilhará a luz, é quem brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo.
7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não da nossa parte.
8 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados;
9 perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
10 trazendo sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossos corpos;
11 pois nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal.

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